Uma primeira tentativa mostra colaboração, não habilidade
Ao dançarem juntos pela primeira vez em Estugarda, o mais importante é a forma como reagem um ao outro. Experiências diferentes nas aulas podem fazer com que a mesma figura seja preparada de maneiras diferentes. Por isso, um início hesitante diz pouco sobre a vossa compatibilidade como par de dança. Mais revelador é perceber se conseguem retomar a dança com calma depois de uma interrupção e se ambos estão dispostos a fazer mudanças.
Observa o comportamento em vez de contar os erros. A outra pessoa aceita dar um passo mais pequeno? Um pedido para manter mais distância é respeitado sem discussão? É possível dizer que não se conhece uma figura sem ter de se justificar? Estas reações mostram se aprender em conjunto poderá ser agradável. A altura, a quantidade de figuras e uma conversa simpática não substituem esta experiência.
O contacto não deve significar puxar nem agarrar. O guia sobre a ligação elástica no Lindy Hop explica como este tipo de ligação pode ser sentido; a técnica concreta depende do estilo. Uma dança experimental também não é um compromisso com uma relação amorosa. A distinção entre par de dança e casal ajuda a avaliar com objetividade esta experiência em conjunto. No final, avalia o contacto com base em várias situações pequenas, não na figura mais bonita ou mais difícil.





